Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto



Durante a 2ª Guerra Mundial, sob a doutrina racista do III Reich, cerca de 7,5 milhões de pessoas perderam a dignidade e a vida em campos de concentração, especialmente preparados para matar em escala industrial.
Para os nazistas, aqueles que não possuíam sangue ariano não deveriam ser tratados como seres humanos. A política anti-semita do nazismo visou especialmente os judeus, mas não poupou também ciganos, negros, homossexuais, comunistas e doentes mentais.
No complexo de Auschwitz, no sul da Polónia, as estimativas mais confiáveis indicam que tenham sido exterminadas entre 1,3 milhão e 1,5 milhão de pessoas em câmaras de gás. Este foi o maior entre os dois mil campos de concentração e trabalhos forçados construídos pelos nazistas.

Quando as forças soviéticas libertaram o campo, encontraram gigantescas pilhas com cerca de 850 mil vestidos, 350 mil fatos, milhares de pares de sapatos e montanhas de roupas de crianças, além de oito toneladas de cabelos humanos que seriam utilizados como enchimento de almofadas. As tropas soviéticas libertaram 7.650 presos, a maioria dos quais mal se podia locomover. Alguns dias antes da chegada dos soviéticos os alemães tiveram o cuidado de dinamitar as instalações de extermínio e de queimar quase todos os arquivos.
Acontecimento que mais impressiona em toda a história da Humanidade e sobre o qual é difícil falar, mas optei por, neste dia que lhe é dedicado, descrever um pouco o que aconteceu, para lembrar as vítimas, homens, mulheres e crianças, que perderam a vida, e abrir os olhos de quem tem as rédeas dos países de todo o mundo para que um acontecimento como este não torne a acontecer.
Holocausto, nunca mais…


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